LIDERANÇA E ESPIRITUALIDADE

Guilherme Gimenez: Pastor, Professor, Teólogo e Maratonista

Autor: Guilherme Gimenez (page 1 of 4)

MENSAGEM DO DIA

8 ATITUDES PARA VENCER A PREOCUPAÇÃO
(Por Guilherme Gimenez)

SÉTIMA ATITUDE PARA VENCER A PREOCUPAÇÃO: COMPARTILHE

Compartilhe seus sentimentos com algumas pessoas queridas. Peça a elas que orem com você e por você. Não enfrente suas preocupações sozinho. Lembre-se de que até Jesus Cristo chamou alguns de seus discípulos e compartilhou com eles a sua angústia. Ao compartilharmos nós tiramos um peso de nossos ombros, nós repartimos a carga emocional tão pesada e, de repente, nosso fardo vai ficando mais leve e nossa preocupação vão tomando proporções cada vez menores. Chame essas pessoas queridas e diga o que o aflige. E, toda vez que a preocupação vier com intensidade, diga a essas mesmas pessoas que você continua precisando de oração. Nesse processo vale a pena marcar alguns encontros de oração. Ouvir as pessoas orando por nós é uma grande bênção. E, receber um abraço e ouvir algo do tipo “estou orando por você” é um santo remédio para diminuir nossas preocupações.

(Adaptado de Lucado, Max. Bom dia – leituras diárias com Max Lucado . Editora Mundo Cristão. Edição do Kindle.)

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Chegando Pertinho da Serra do Rio do Rastro (29/08/2019)

Já saí de Floripa e cheguei em Sangão, local de onde iremos para a Serra do Rio do Rastro. Daqui até o começo da Serra são cerca de 40 quilômetros. O hotel Coral Palace está cheio de corredores que como eu estão ansiosos para o sábado chegar!

Guilherme Gimenez na Serra do Rio do Rastro
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Serra do Rio do Rastro… estou chegando…

Primeiro dia da aventura MIZUNO UPHILL MARATHON… viagem de Sampa para Floripa… até aqui tudo ok… hoje é 28 de Agosto de 2019… faltam 2 dias…

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Pensamentos Rápidos: Nem Sempre O Sol Esquenta o Dia

Hoje saí para correr esperando por um dia bem quente, afinal, o sol estava brilhando com toda a intensidade… me enganei… O sol de inverno não esquenta… Ainda bem que correndo eu esquentei… e fiquei pensando em quantos dias que aparentemente tudo dará certo mas a realidade é bem outra… Sobre esse tema é o “Pensamentos Rápidos” de hoje…

Pensamentos Rápidos
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Pensamentos Rápidos: Recomeçar é difícil, mas possível

Essa semana eu comecei a correr em velocidade e ritmo bem baixos, como um iniciante. E o pensamento que ocupou minha mente é que os recomeços são difíceis, porém possíveis. Recomeçar é uma experiência que também nos ensina sobre o perigo de desistirmos de algo ou de abandonarmos aquilo que depois será bem difícil retomar.

Pensamentos Rápidos com Guilherme Gimenez
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Mensagem: “Não Saber Esperar Pode Acabar com o Amor”

Esperar é um desafio para todos nós, principalmente quando somos tomados por uma angústia por termos que aguardar aquilo que para nós já deveria ter acontecido. Hoje a mensagem da Série História de Amor trata exatamente disso. Preguei essa mensagem no dia 04 de agosto de 2019 às 18:00 horas na Igreja Batista Betel.

Não Saber Esperar Pode Acabar com o Amor
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QUANDO O PEQUENO SE TORNA GRANDE DEMAIS

“Não nos deixemos perturbar por ninharias, que devemos desprezar e esquecer. Lembre-se: a vida é muito curta para sermos mesquinhos”. (Dale Carnegie)

“Ele passou por mim e não me cumprimentou”

“Ela não retornou aquela ligação”

“Eles não me deram atenção naquele episódio”

Por trás de cada frase um pequeno gesto e um grande sentimento. Grandes mágoas são originadas muitas vezes por pequenas atitudes. Quem faz – ou deixa de fazer – às vezes nem percebe o quanto o outro ficou triste, sentido, magoado ou furioso. E às vezes nem ficará sabendo que o motivo do afastamento do outro foi exatamente aquela pequena coisa. É claro que todos nós precisamos estar atentos aos pequenos detalhes no sentido de não querermos magoar o outro. Mas, também precisamos ser maduros para não transformar a pequena coisa em algo muito maior do que de fato é. As coisas nem sempre são grandes, mas se tornam grandes: tudo depende de como a recebemos e do investimento de sentimentos que damos a elas.

Pequenas coisas são capazes de nos perturbar, nos inquietar e até nos paralisar. Lembramos de algo pequeno com uma grandeza tal que somos capazes de viver amargurados por um longo período. E o pior é que a atenção que damos às pequenas coisas por vezes passa despercebida por aquele que cometeu o pequeno gesto, e nem sabe o quanto aquilo nos perturbou. Deixamos de viver a vida em sua grandeza porque elegemos algo pequeno para interromper nossos sonhos e planos de futuro.

O pequeno gesto destrutivo deveria ser amenizado e esquecido e não fortalecido e aumentado. Mas nossos sentimentos não são automáticos e nem fáceis de lidar, não é mesmo? Não queremos que uma pequena coisa nos destrua, mas ficamos tão chateados com aquilo que permitimos que tal fato aconteça. O que fazer para não permitir que o pequeno se torne grande? A resposta não é pronta, cada um deverá usar sua estratégia pessoal, mas em todos os casos precisaremos aprender a não valorizar tanto o pequeno mal, mantendo-nos firmes em nossos sonhos e planos, e dando a eles a grandeza que fará o pequeno mal praticamente desaparecer.

Não aumente o pequeno mal. Não potencialize o pequeno gesto desagradável. Não eleja o pequeno problema como o maior evento dos últimos tempos. “Invista seus sentimentos no que é verdadeiro, nobre e direito. Pense em coisas que sejam puras e agradáveis e detenha-se nas coisas excelentes” (Filipenses 4:8 – Biblia Viva).

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Pensamentos Rápidos: Gratidão

Esta é a quarta semana pós cirurgia e cada vez me sinto melhor. Hoje fui caminhar e fui preenchido por um sentimento de gratidão! Deus é bom e muitas pessoas também são! Ser e estar grato é uma grande necessidade!

Gratidão!
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Seu olhar faz a diferença

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ATAQUES DE ÓDIO

Por Guilherme Gimenez

“Equilíbrio emocional deve ser um hábito! Devemos exercitá-lo sempre. Uma boa atitude para evitar o descontrole e a discussão desenfreada é atacar apenas o problema, e não as pessoas envolvidas nele” (Vargas, Rodrigo. 52 Bons Hábitos de Gestão, Liderança e Relações Humanas . Edição do Autor. Edição do Kindle.)

Já vi muitas pessoas sendo atacadas verbalmente e até fisicamente. Uma das cenas que não sai de minha cabeça aconteceu na Marginal do Rio Tietê. Era uma sexta-feira, trânsito caótico, e bem na minha frente um homem saiu de seu automóvel com um porrete na mão. Ele se dirigia ao carro da frente. Muitas pessoas, inclusive eu, saímos do carro para tentar impedir o que para nós estava evidente: uma briga de trânsito estava prestes a começar. Mas, parar uma pessoa com um porrete na mão não é coisa muito fácil. Não tivemos êxito nas tentativas de acalmar o homem que com aquele porrete começou a quebrar os vidros do carro da frente, amassar a lataria e ameaçar o motorista que de cabeça baixa, com as portas trancadas, não ousou olhar para o agressor. Os palavrões ditos pelo homem foram tão violentos quanto suas ações que duraram alguns minutos que mais pareciam horas. Ele voltou para seu carro, saiu buzinando, e desapareceu logo mais à frente. Fomos socorrer o motorista agredido que em choque dizia que não entendia o que havia acontecido. “Eu não tinha como dar passagem para ele” – foi a frase que repetiu algumas vezes. Depois de tranquilizá-lo e ver que seu carro funcionava, apesar dos danos, eu e outros motoristas voltamos para nossos automóveis e seguimos viagem. Mas a imagem daquele ataque feroz nunca saiu de minha mente. Não apenas pela violência do ato, mas muito mais pelo descontrole daquele homem que despejou toda sua ira por estar preso no trânsito sobre outra pessoa que estava na mesma situação que ele. Pela televisão de vez em quando aparecem casos semelhantes. E outros, ainda que diferentes, revelam o mesmo desequilíbrio emocional. Pessoas vivenciando situações estressantes ou diante de um problema despejam sobre algum que está por perto toda sua ira, descontentamento, ódio e outros sentimentos destrutivos. E, o pior, é que de vez em quando alguém morre nas mãos de um descontrolado que não consegue administrar seus sentimentos.
Talvez a única solução para não realizarmos ataques dessa natureza é aprendermos a lidar com nossas frustrações e, mais do que isso, lembrarmos que o nosso foco sempre deverá ser o problema e não as pessoas eventualmente envolvidas nele. Ficar furioso com o trânsito é até compreensível. Despejar todo o ódio com isso sobre o motorista da frente é uma estupidez. E vale a pena lembrar que em alguns momentos não conseguiremos sequer manifestar nosso descontentamento pois ele não encontrará um culpado. Isso mesmo, algumas situações acontecem em decorrência de uma série de fatores, às vezes uma conjugação deles. Dessa forma a única alternativa que temos é nos controlarmos, exercitarmos o domínio próprio e resistirmos à vontade de atacar alguém para aliviar nosso sofrimento interno diante de situações que nos incomodam. Atacar para se sentir melhor não combina bem com inteligência, civilidade, boa educação, respeito ao próximo e outros elementos que por si só já nos desafiam a mantermos a calma e, se conseguirmos, manifestar nosso descontentamento da forma mais eficaz possível que com certeza não será com violência, seja física ou verbal. Equilíbrio emocional é a palavra-chave. Exercitemos sempre e viveremos bem melhor.

Guilherme de Amorim Ávilla Gimenez
prgimenez@prgimenez.net
www.prgimenez.net

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