Minha avó materna – a querida “vó Maria” – era uma pessoa adorável. Não conheci uma pessoa sequer que não gostasse dela. Sua maneira de ser despertava reações inesperadas nas pessoas. Muitos foram os que chegaram zangados perto dela e foram transformados por sua amabilidade e bondade. Há uma história que revela bem isso. Certa vez ela caminhava pela rua sozinha e um assaltante armado a abordou e pediu que ela lhe desse um cordão de ouro que carregava no pescoço. Ela olhou para ele com aquele jeito todo amável de ser, conversou, e usou a famosa frase que se repetia de tempos em tempos em seus diálogos: “você é uma pessoa boa, não aja dessa forma…” O ladrão desistiu de rouba-la e pediu desculpas por te-la abordado. Será que seu coração de fato era bom e aquela circunstância revelou valores escondidos por trás da criminalidade? Não sei responder, mas algo é certo: a bondade de um coração muitas vezes é sufocada por traumas, experiências difíceis, problemas diversos. Resgatar a bondade do coração é algo importante para revelar o ser humano incrível que existe escondido dentro de nós mesmos. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus e podemos ter um coração bondoso como de nosso criador. Para isso precisamos ouvir a doce voz de Jesus Cristo que nos convida a sermos curados de todas as enfermidades emocionais, espirituais e físicas que sufocam a bondade inerente do ser humano herdada do seu criador que é bom. Permita que Jesus Cristo liberte você de todas as amarras que o impedem de revelar um coração bondoso igual ao Pai celestial.

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