Por Guilherme de Amorim Ávilla Gimenez
“Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito”. (Martin Luther King)
Já aconteceu com você de não
sentir vontade de se levantar da cama exatamente naquele dia quando tem que
enfrentar uma situação difícil, ou quando está tão cansado que não se sente
fortalecido o bastante para encarar mais um dia de rotinas intensas? Eu acho
que já aconteceu com todo mundo. São dias em que estamos cansados, desanimados
ou até, em muitos casos, enfermos. A somatória de lutas parece produzir dias em
que não queremos mais nos esforçar, falar ou fazer as mesmas coisas e enfrentar
as mesmas pessoas nas mesmas reuniões. São dias em que literalmente
“rastejamos” em direção ao trabalho, faculdade ou mesmo retornando para casa. Não
conseguimos nem correr ou sequer andar: rastejamos com o mínimo de nossas
forças. E por que fazemos isso?
Primeiramente porque temos
compromissos que exigem nossa interação. Ainda que estejamos cansados ou
desanimados, há pessoas e processos que dependem de nós. Nosso mínimo é o
máximo de muitas pessoas. Nossa participação pode ser a diferença entre o
sucesso e o fracasso.
Segundo porque fazemos parte
de equipes que sem nossa presença se quebram. Até a família é uma equipe. Nós
somos um dos elos da corrente. Talvez um elo fraco nesse momento, mas ainda
assim, importante. A presença silenciosa ou cansada dá mais segurança ao grupo
do que a ausência.
Terceiro porque somos únicos,
nossa participação ou contribuição é única, ainda que não exclusiva. Nossa
participação em uma equipe ou processo nunca é substituída integralmente, pois
ninguém tem o nosso perfil. Podem ser melhores do que nós, mas não iguais a
nós.
Em resumo, somos
insubstituíveis. Rastejamos por compromisso, valor de presença e participação
singular nas equipes das quais fazemos parte. E aí vale um pensamento
importante: devemos desenvolver esse potencial de seguir em frente – ainda que
rastejando – como um privilégio, darmos a nós mesmos o valor que de fato temos,
mas não enxergamos quando estamos cansados ou desanimados. Nossa presença é
importante e faz a diferença. Quem sabe se lembrarmos disso teremos uma força
renovada para seguir em frente e enfrentar mais um dia, uma semana, um ano…
Já aconteceu com você de não sentir vontade de se levantar da cama exatamente naquele dia quando tem que enfrentar uma situação difícil, ou quando está tão cansado que não se sente fortalecido o bastante para encarar mais um dia de rotinas intensas? Eu acho que já aconteceu com todo mundo. São dias em que estamos cansados, desanimados ou até, em muitos casos, enfermos. A somatória de lutas parece produzir dias em que não queremos mais nos esforçar, falar ou fazer as mesmas coisas e enfrentar as mesmas pessoas nas mesmas reuniões. São dias em que literalmente “rastejamos” em direção ao trabalho, faculdade ou mesmo retornando para casa. Não conseguimos nem correr ou sequer andar: rastejamos com o mínimo de nossas forças. E por que fazemos isso?
Primeiramente porque temos
compromissos que exigem nossa interação. Ainda que estejamos cansados ou
desanimados, há pessoas e processos que dependem de nós. Nosso mínimo é o
máximo de muitas pessoas. Nossa participação pode ser a diferença entre o
sucesso e o fracasso.
Segundo porque fazemos parte
de equipes que sem nossa presença se quebram. Até a família é uma equipe. Nós
somos um dos elos da corrente. Talvez um elo fraco nesse momento, mas ainda
assim, importante. A presença silenciosa ou cansada dá mais segurança ao grupo
do que a ausência.
Terceiro porque somos únicos,
nossa participação ou contribuição é única, ainda que não exclusiva. Nossa
participação em uma equipe ou processo nunca é substituída integralmente, pois
ninguém tem o nosso perfil. Podem ser melhores do que nós, mas não iguais a
nós.
Em resumo, somos
insubstituíveis. Rastejamos por compromisso, valor de presença e participação
singular nas equipes das quais fazemos parte. E aí vale um pensamento
importante: devemos desenvolver esse potencial de seguir em frente – ainda que
rastejando – como um privilégio, darmos a nós mesmos o valor que de fato temos,
mas não enxergamos quando estamos cansados ou desanimados. Nossa presença é
importante e faz a diferença. Quem sabe se lembrarmos disso teremos uma força
renovada para seguir em frente e enfrentar mais um dia, uma semana, um ano…